Casa Robles: a presença existe antes de o espaço abrir.
Um site de lançamento publicado antes de o espaço abrir: Next.js compilado para arquivos estáticos, abertura em tela cheia e galeria em mosaico com as fotos em três proporções na mesma grade. Sem CMS, sem banco e sem servidor de aplicação para manter depois. Enquanto não há operação para mostrar, é esse endereço que responde por quem procura o projeto — presença digital sustentada por uma página só.
O que foi entregue, tela por tela.
Onde está publicado: casarobles.com.br. Tudo o que este case descreve dá para abrir e conferir lá.
A galeria em mosaico sustenta a página inteira.
Sem operação para mostrar, a imagem é o argumento — e o trabalho foi montar a estrutura que a exibe: grade em mosaico, com as imagens numeradas em três proporções, lidas da página publicada. As fotografias vieram do cliente; a grade que as organiza é a entrega.
O que a grade mostra
- Ambientes internos com marcenaria, revestimento e iluminação embutida.
- Área de trabalho compartilhada, com mesa longa e cadeiras.
- Jardim vertical em parede externa, junto a estar coberto.
- Estar com sofá e vista para área aberta.
- Lavabo com revestimento padronado.
- Parede de estante integrada ao ambiente de leitura.
- Terraço com pergolado e vegetação.
Lido na captura do site em 2026. A grade não separa por categoria, não traz legenda e não numera por ambiente — a numeração é só de ordem.
As imagens da galeria foram fornecidas pela Casa Robles e assinadas por fotógrafo próprio. A entrega da Digital Bunkr neste projeto é o desenvolvimento do site — arquitetura, front-end, galeria e publicação. Este case credita cada parte a quem a produziu, e não soma fotografia de terceiro ao nosso portfólio.
A regra vale para o acervo inteiro: campo desconhecido é omitido, nunca inventado. É a mesma razão pela qual a identidade visual do RH Experience aparece creditada à Unimed no case da Unimed Capivari, e não a nós.
Next.js compilado para arquivos estáticos, e nada para manter depois.
Um lançamento que ainda não abriu não precisa de painel de administração, banco de dados nem servidor de aplicação rodando. Precisa carregar rápido no celular de quem recebeu o link e não quebrar quando muita gente abrir no mesmo dia. Por isso o build sai como arquivo estático.
Entrega
- Next.js com export estático
- Sem CMS por trás
- Sem servidor de aplicação
Abertura
- Imagem em tela cheia
- Chamada de posicionamento sobre a foto
- Elemento gráfico animado no topo
Galeria
- Grade masonry
- Três proporções na mesma coluna
- Imagens numeradas
Tipografia e cor
- Fonte Geist
- Azul-noite com creme e dourado
- Monograma da marca no topo e no rodapé
É a mesma decisão que sustenta outros sites do acervo, com ferramentas diferentes — entre eles React e Vite na Rock & Cia, HTML e CSS autorais no Condomínio Fazenda Lago Azul, Next.js aqui. A tecnologia sai do problema, não do hábito. E o site nunca é o fim: é o chão onde a presença da marca fica de pé — criação de sites e a hospedagem que vem junto existem para isso.
Enquanto isso, o site é a presença inteira da marca: é ele que responde quando alguém ouve falar do projeto e vai procurar. Quando o espaço abrir, o ciclo continua no mesmo lugar — evento realizado dentro dele, conteúdo produzido ali e material próprio alimentando a mesma página. Produção de conteúdo é um dos quatro usos que o projeto declara, e o que essa etapa envolve está em produção audiovisual; o que o endereço precisa fazer para ser encontrado está em presença digital.
Vai lançar um espaço que ainda não abriu?
Aqui a entrega foi a página que apresenta o projeto antes da inauguração: imagem, texto curto e um site que sobe como arquivo estático e não pede manutenção. Antes de existir operação, a marca já precisa ser encontrada — e é o endereço que faz esse trabalho. O escopo se monta a partir do que já existe, e o preço sai da proposta, não de tabela pronta.